Investimentos para iniciantes: 6 aplicações para estudantes

Nunca é cedo demais para se planejar financeiramente! Por isso, é recomendável que até mesmo os estudantes comecem a pensar no futuro e fazer os investimentos para iniciantes. Aliás, o quanto antes as aplicações são feitas, mais tempo o dinheiro terá para render, ou seja, o retorno pode ser grande a longo prazo, mesmo em opções mais conservadoras.

Hoje, além das instituições bancárias, há vários canais em que qualquer pessoa pode aplicar sua renda e receber orientações sobre investimentos, como as plataformas online, que cresceram muito nos últimos anos. Outra novidade que deu o que falar foram os bitcoins, uma espécie de dinheiro digital, que supervalorizou recentemente, mas que ainda deixam muitas pessoas com o pé atrás.

Entretanto, talvez você não queira se arriscar demais neste momento. Por isso, neste post, vamos tratar de 6 aplicações para estudantes, destacando que, além do mercado financeiro, um investimento que não pode faltar é em educação, seja em graduação ou pós-graduação. Acompanhe!

1. Poupança

A gente sabe que o estudante que trabalha ganha pouco porque ainda não possui um diploma de curso superior. Mas a dica é investir um valor pequeno por mês, desde que se mantenha uma periodicidade. Dessa forma, a poupança pode ser uma boa opção.

A poupança é uma forma de aplicação conservadora, quer dizer, de baixo risco, e a mais popular no país. É um dos investimentos para iniciantes por ser de fácil uso, geralmente atrelada a sua conta bancária, deixando o investidor bastante à vontade para fazer depósitos e resgates de qualquer valor, visto que não tem limites e prazos estipulados.

Outra vantagem é que sobre essa opção não incidem taxas bancárias e impostos. Contudo, nem tudo são flores: o rendimento, calculado de acordo com a taxa Selic, é baixo e, dependendo do prazo que seu dinheiro fica nessa aplicação, pode ocorrer de você perder seu poder de compra por conta da inflação.

Trata-se, portanto, de uma maneira de deixar o dinheiro investido — mesmo com rendimento baixo — sem ter grandes preocupações com taxas ou prazos. Ou seja, é um bom começo para quem quer se planejar financeiramente, como os estudantes.

2. CDB

Outra forma de aplicação para quem está começando e quer segurança é o CDB (Certificado de Depósito Bancário). Assim como a caderneta de poupança, é possível investir valores mais baixos. A vantagem é que sua rentabilidade é maior que a da poupança — varia de acordo com o banco ou corretora.

Os rendimentos do CDB podem ser prefixados (quando o investidor tem conhecimento da taxa de juros a ser paga) ou pós-fixados (situação em que o rendimento segue algum índice como IGP e TR). A dica é pesquisar os produtos oferecidos pelas instituições financeiras e investir naquele que mais se enquadra com seus objetivos.

Diferentemente da caderneta de poupança, o CDB tem um prazo mínimo de resgate (dependendo da opção de remuneração contratada) e há incidência de impostos como o IOF e o Imposto de Renda. E um fator que pode atrapalhar os investidores iniciantes é a variedade de títulos no mercado com valorizações diferentes.

3. RDB

RDB é a sigla para Recibo de Depósito Bancário, um investimento considerado de baixo risco. A rentabilidade vai depender do tipo de produto que pode ser pré ou pós-fixado.

Ao contrário da caderneta de poupança, há um valor mínimo para começar a investir, por isso é importante verificar todos os detalhes na instituição bancária ou corretora. Assim como o CDB, há incidência de Imposto de Renda sobre esse título.

4. Tesouro direto

O Tesouro Direto trata-se de um programa do governo federal para investimento em títulos públicos. É considerado uma aplicação segura, de alta rentabilidade e de fácil uso.

O valor inicial exigido não é tão alto, por isso é um dos investimentos para iniciantes por ser bastante acessível. Há opções pré e pós-fixadas e com vencimentos diferenciados.

Só é preciso ficar atento às tarifas — nessa aplicação, é necessário o pagamento de uma taxa de custódia, visto que o Tesouro Direto é negociado pela Bolsa de Valores de São Paulo. Há ainda cobrança de IOF e de Imposto de Renda sobre a rentabilidade.

5. Clube de investimentos

Você pode se reunir com outros estudantes (no mínimo 3 e no máximo 50) e participar de um clube de investimentos. É uma forma de diversificar as aplicações, pois o clube permite investir em títulos de renda fixa, imóveis, ações etc.

A administração é feita por uma corretora ou banco de investimento, e cada investidor é um cotista. A gestão do fundo pode ser feita por um ou mais participantes, escolhidos em assembleia. Dessa forma, é uma oportunidade de aprender sobre o funcionamento dos títulos e a dinâmica do mercado financeiro.

Para garantir a rentabilidade no clube de investimento é preciso pesquisar direitinho as taxas que serão cobradas.

6. Educação

E não poderia faltar o investimento mais importante na vida do estudante — a educação. É preciso investir em cursos de graduação e especialização de qualidade para colher os frutos no futuro, como ascensão na carreira, seja conquistando cargos mais altos em uma empresa, trabalhando para o setor público ou abrindo o próprio negócio na sua área de formação.

Mas se você acha que não poderá custear um curso superior, saiba que hoje existem opções bastante acessíveis e com menor tempo de duração, como os cursos EAD (educação a distância), que propiciam uma formação voltada ao mercado de trabalho. Você se forma e não tem dificuldades para encontrar uma vaga de emprego.

A vantagem da graduação não presencial é que você pode continuar trabalhando ao mesmo tempo em que se qualifica para uma área específica.

Se você já é formado, invista em atualizações e aprimoramentos com os cursos de pós-graduação.

Viu só como há várias opções de investimentos para iniciantes, ideais para estudantes que já são donos do próprio nariz e sonham em trilhar o sucesso profissional? Comece agora a fazer um planejamento financeiro e veja como é possível, mesmo começando a aplicar valores menores no início, a ter altos rendimentos a longo prazo.

E não se esqueça — quando você estiver planejando seu futuro, coloque o investimento em educação em primeiro lugar! Agora, corra atrás dos seus objetivos e confira por que nunca é tarde para investir em qualificação profissional!

 

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